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Banda Querubins

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IGREJA DESTRUÍDA NO 11 DE SETEMBRO, ESQUECIDA

NOVA YORK, terça-feira, 7 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – As autoridades da cidade de Nova York não estão apoiando a reconstrução da igreja ortodoxa grega de São Nicolau, em Manhattan, o único lugar de culto destruído no atentado de 11 de setembro de 2001.

L’Osservatore Romano recolheu em sua edição de 4 de setembro esta denúncia da arquidiocese grego-ortodoxa da América (canonicamente ligada ao patriarcado ecumênico de Constantinopla), que há anos pede a reconstrução do templo.

Enquanto o projeto para edificar um centro cultural islâmico próximo do Ground Zero recebeu autorização do prefeito de Nova York, as autoridades continuam sem se comprometer na reconstrução da igreja.

A arquidiocese greco-ortodoxa da América, da qual depende a paróquia, e a autoridade portuária de Nova York e Nova Jersey, proprietária do terreno em que se encontrava o World Trade Center, discutem a reconstrução da igreja de São Nicolau em um lugar próximo do original.

Mas desde o ano passado não houve nenhum passo adiante. Por isso, os responsáveis eclesiais decidiram relançar o debate.

Ademais, no contexto da polêmica sobre a construção de um centro islâmico não distante do lugar do atentado perpetrado por extremistas islâmicos, os representantes municipais disseram que o acordo está fechado.

O porta-voz da arquidiocese, padre Alexis Karloutsos, declarou que as autoridades de Nova York simplesmente “esqueceram” desta igreja próxima do Ground Zero.

A igreja ortodoxa de São Nicolau foi fundada por imigrantes gregos em 1916. Era um edifício de quatro andares que ficou completamente destruído com a queda da torre sul do World Trade Center.

A Santa Missa

As duas partes que constituem, de algum modo, a Missa, isto é, a Liturgia da Palavra e a  Liturgia Eucarística, estão tão intimamente ligadas entre si, formando um só ato de culto.  Ninguém deve aproximar-se da mesa do Pão do Senhor, senão depois de ter estado  presente à mesa da Sua Palavra. É da máxima importância, pois, a Sagrada Escritura na  celebração da Santa Missa.

A leitura da perícope evangélica é reservada ao ministro ordenado, ou seja, ao diácono ou ao sacerdote. As outras leituras, quando for possível, sejam confiadas a quem tenha recebido o ministério de leitor ou a outros leigos, preparados espiritual e tecnicamente. À primeira leitura segue-se um Salmo responsorial, que faz parte integrante da Liturgia da Palavra.

A homilia tem por fim explicar aos fiéis a Palavra de Deus, proclamada nas leituras, e atualizar a mensagem dela. Compete, portanto, ao sacerdote ou ao diácono fazê-la [homilia].

A proclamação da Oração Eucarística que, por sua natureza, é como que o ponto culminante de toda a celebração, é reservada ao sacerdote, em virtude de sua ordenação. É um abuso, portanto, deixar que algumas partes da referida oração sejam ditas pelo diácono ou por um ministro inferior ou pelos simples fiéis. No entanto, a assembleia não fica passiva e inerte: une-se ao sacerdote na fé e no silêncio e manifesta a sua adesão com as várias intervenções previstas no desenrolar da

Oração Eucarística: as respostas ao diálogo do prefácio, o Sanctus, a aclamação depois da consagração e o Amém final, depois do “Por Cristo”, que também é reservado ao sacerdote. Este Amém final, em particular, deveria ser valorizado com o canto, porque é o Amém mais importante de toda a Missa.

Modificar as Orações Eucarísticas aprovadas pela Igreja ou adotar outras diversas, de composição privada, é abuso gravíssimo.

A comunhão Eucarística é um dom do Senhor, que é dado aos fiéis por intermédio do ministro deputado para isso. Não se admite que os fiéis, por intermédio do ministro deputado para isso. Não se admite que os fiéis tomem eles próprios o Pão Consagrado e o Cálice Sagrado, e muito menos se admite que os fiéis os passem uns aos outros.

O fiel religioso ou leigo, que está devidamente autorizado como ministro extraordinário da Eucaristia, poderá distribuir a Comunhão somente quando faltarem o sacerdote, ou diácono ou o acólito, ou quando o sacerdote estiver impedido por motivo de enfermidade ou por causa da idade avançada, ou quando o número de fiéis que se aproximam da Comunhão for tão grande que faça demorar excessivamente a celebração da Santa Missa.

Recomenda-se aos fiéis que não se descuidem, depois da Comunhão, de uma justa e indispensável ação de graças, quer na própria celebração – com alguns momentos de silêncio e um hino, ou um salmo, ou ainda um outro cântico de louvor – quer terminada a Celebração Eucarística, permanecendo possivelmente em oração durante um conveniente espaço de tempo.

Veja também: Música e Liturgia

(Artigo extraído do livro “Os sete sacramentos”, Prof. Felipe Aquino)

Banda Querubins

Olá amados irmãos em Cristo,

Somos a banda Querubins, nascemos por meio de uma vontade de evangelizar através da música católica. Eu e Clemilto começamos a nos reunir e rezar colocando pra Deus essa vontade. Dái precisamos de um nome pra banda, veio em meu coração algum nome relacionado a anjos, então, surgiu o nome Querubins.

Nossa missão é evangelizar… estamos “de malas prontas” pra levar Jesus aos corações que já perderam a esperança de viver.

Os homens de hoje e de amanhã têm necessidade deste entusiasmo, para enfrentar e vencer os desafios cruciais que se prefiguram no horizonte. Com tal entusiasmo, a humanidade poderá, depois de cada extravio, levantar-se de novo e retomar o seu caminho. Precisamente neste sentido foi dito, com profunda intuição, que « a beleza salvará o mundo » (F. DOSTOEVSKIJ, O Idiota, parte III, cap. V (Milão 1998), p. 645).

“SEJA TUDO PARA MAIOR GLORIA DA MISERICORDIA DE DEUS!”